É o ramo da engenharia química voltado
para a fabricação, a preservação, o armazenamento e o transporte
de produtos alimentícios industrializados.
O CURSO - A parte teórica ocupa 60%
da carga horária. Física, Matemática e Química, são matérias
básicas. A partir do 3º ano a maioria das disciplinas
é teórico-prático, ou seja, o aluno sai a campo para aplicar
os conhecimento das aulas. O estágio supervisionado é obrigatório.
O engenheiro de alimentos cuida do preparo e
da conservação dos alimentos e bebidas de origem animal e vegetal.
Para isso, ele estuda e pesquisa as reservas da agricultura, da
pecuária e da pesca. Acompanha a transformação industrial das
matérias-primas básicas, como leite, carnes, cereais, legumes,
verduras e frutas. Supervisiona seu manuseio, a colheita, e de-fine
a melhor forma de armaze-nagem, acondicionamento e conservação
dos produtos an-tes e depois da industrialização. Analisa as diferentes
substâncias usadas nesse processo e avalia o teor nutritivo do
produto final, procurando melhorar o padrão de alimentação da
população.
CARACTERÍSTICAS NECESSÁRIAS - A parte teórica
ocupa até 70% do currículo e inclui Administração, Estatística
e Matemática, além de Biologia, Física e Química. Duas grandes
áreas de conhecimento se complementam. A primeira é Engenharia
e Química de Produção, que ensina técnicas e procedimentos de
fabricação e manutenção de equipamentos e instalações. A segunda
lida com Farmácia e Bioquímica, dando base para atuar na transformação
de matérias-primas e criar produtos novos. Dependendo da escola,
a ênfase é dada a uma ou outra área.
Área - Exatas. Habilitação - Engenheiro de Alimentos. Duração média do curso - Cinco anos.
O que você pode fazer como engenheiro de alimentos:
Controle
de qualidade: Acompanhar o processo industrial, supervisionando
a fabricação e implantando sistemas de controle de qualidade.
Marketing
e vendas: Lançar e manter o produto no mercado. Organizar
sistemas de informações ao consumidor, inclusive na embalagem,
e orientar testes para verificar a aceitação do produto. Normas
e padronização: Definir e controlar o padrão de qualidade
do produto, além de fiscalizar o desenvolvimento e o registro
de novos produtos.
Pesquisa e desenvolvimento: Criar novos produtos ou aperfeiçoar
os existentes, através de pesquisas, testes e ensaios de laboratório.
Planejamento
industrial: Decidir sobre a tecnologia e o processo industrial.
Estudar a viabilidade técnica e econômica de um produto, definindo
equipamentos, instalações e recursos para a sua implantação. Produção:
Coordenar o sistema de produção, indicar os processos mais adequados
para a transformação de matérias-primas e cuidar do acondicionamento,
conservação e estocagem do produto.